VOCÊ SABE O QUE ACONTECERÁ SE O SINDICATO DEIXAR DE EXISTIR?

VOCÊ SABE O QUE ACONTECERÁ SE O SINDICATO DEIXAR DE EXISTIR?

NÃO EXISTIRÁ:

- Convenção e acordo coletivos de trabalho;
- Piso salarial;
- Reajuste salarial;
- Assistência jurídica;
- Homologações de rescisões de contratos no sindicato, para conferência dos direitos;
- Defesa contra o assédio moral dos trabalhadores;
- Valorização da profissão;
- Atuação contra o trabalho escravo;
- Garantia de benefícios conquistados;
- Fiscalizações nos canteiros de obras.

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Decreto nº 10.422: medida ajuda trabalhador

Foi publicado o decreto nº 10.422, que prorroga os prazos para celebrar os acordos de redução proporcional de jornada e de salário e de suspensão temporária do contrato de trabalho. Vamos falar sobre o que ficou determinado: Redução: prorrogou por mais 30 dias; Suspensão: prorrogou por mais 60 dias; Prazo máximo de acordo de redução e suspensão: prorrogou por mais 30 dias, totalizando 120 dias; Suspensão fracionada: é possível fracionar a suspensão do contrato de trabalho em períodos sucessivos ou intercalados, DESDE QUE cada período seja igual ou superior a dez dias. Empregado com contrato de trabalho intermitente: tem direito ao recebimento do benefício emergencial por mais 1 mês, contato da data do encerramento do período de 3 meses estipulado pela lei 14.020/2020.
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Empregador que não fornecer EPIs

Os Equipamentos de Proteção Individual (EPIs) são projetados para proteger a pessoa de riscos à própria saúde e segurança no desempenho das atividades profissionais. Em decorrência da pandemia, o seu uso passou a ser ainda mais necessário para milhões de trabalhadores que não podem parar as suas atividades ou executá-las de forma remota. Ao não fornecer e fiscalizar o uso correto dos EPIs, o empregador descumpre o artigo 166 da Consolidação das Leis do Trabalho, a CLT, e fica sujeito a pagamento de multas administrativas e de responsabilização civil, penal e trabalhista em caso de acidente do trabalho e de doenças adquiridas em função do trabalho. Também é dever do empregado fazer bom uso dos equipamentos. Se há dúvidas sobre as especificações dos EPIs, consulte a Norma Regulamentadora nº 6 no site da Secretaria do Trabalho, do Ministério da Economia. Lá também é possível comunicar irregularidades encontradas nos EPIs. Fonte da Matéria: TSTJus Link da Matéria: https://n8qhg.app.goo.gl/EyRH Data: 26/06/2020 #sindicato #sindicalismo #sintracombauru #afsys_sindical #informacao #trabalhadores #sejasocio
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Use máscara

Usar máscara pode salvar a sua vida e de seus familiares, não sai de casa e nem trabalhe sem máscara. #sindicato #sindicalismo #sintracombauru #afsys_sindical #informacao #trabalhadores #secuide #sejasocio
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LEROY MERLIN LANÇA SERVIÇO DE ALUGUEL DE FERRAMENTAS

A Loja da Leroy Merlin localizada no Shopping Lar Center, em São Paulo, criou um serviço de locação de ferramentas e equipamentos que visa ajudar os clientes em período de pandemia. O serviço já está disponível na Loja e permite a locação de mais de 30 itens como extensões, escadas, furadeiras, serra circular, marteles, lavadoras de alta pressão, extratora de tecido, scanner de parede entre outros. O novo serviço foi idealizado para hobbystas e adpetos do ‘Faça Você Mesmo’. “Oferecemos aos clientes máquinas e equipamentos que eles normalmente utilizam pouco, não tem espaço para guardar e não desejam investir altos valores neste momento. Mas também atende aquele Cliente que tem dúvidas sobre adquiri um equipamento, pois ele pode testá-lo, conhecê-lo em funcionamento antes de resolver comprá-lo”, informa João Alberto de Souza, gerente de vendas da Leroy Merlin Lar Center. Como alugar uma ferramenta ou equipamento Para fazer a locação é necessário ter em mãos um documento com foto, CPF ou CNPJ e cartão de crédito com limite para garantia dos 30% do valor dos itens, que será estornado no ato da devolução. O custo da locação gira em torno de 5% do valor do item e pode ser feita através do WhatsApp (11) 94282-5130 ou na Loja. Segundo o gerente, a taxa de frete para entrega e retirada dos itens é calculada de acordo com o tamanho dos equipamentos solicitados ou se o cliente preferir pode retirar e entregar os itens alugados na loja de acordo com a data e horário mencionados no contrato de locação. O período de locação dos equipamentos pode ser diário, semanal ou quinzenal e renovados de acordo com a necessidade do cliente que pode locar até três itens de única vez. Economia compartilhada O compartilhamento de produtos e serviços tem ganhado cada vez mais adeptos. De acordo com uma pesquisa realizada em 2019 pelo Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil) e pela Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL) em todas as capitais brasileiras, 79% dos entrevistados acreditam que o compartilhamento de bens torna a vida mais fácil e funcional e 68% acreditam que em dois anos estejam participando efetivamente do consumo colaborativo. O compartilhamento de produtos e serviços, além de economizar, gera menos resíduos ao meio ambiente. “Às vezes, o que o cliente precisa é de um furo na parede para pendurar um quadro ou uma cortina e não da furadeira. Pensar no benefício do produto é a nova forma de nos relacionarmos com o ato de consumo, que nos garante benefícios econômicos, sociais e ambientais para todos”, enfatiza. Fonte: Sebrae Link: https://sebraeinteligenciasetorial.com.br/produtos/noticias-de-impacto/leroy-merlin-lanca-servico-de-aluguel-de-ferramentas/5ee8bae1ca02c519009166c5 Data da matéria: 16 de junho de 2020
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As estratégias da construção civil para driblar a crise

A construção civil não parou. Se no começo da pandemia havia um clima de desconfiança em relação ao futuro do setor, hoje, apenas alguns meses depois, já é possível apontar algumas estratégias primordiais para enfrentar a crise.

Pesquisas feitas pela Prospecta Obras mostraram que pequenos e médios empreendimentos não foram interrompidos pela pandemia, mostrando como os serviços e a indústria estavam mais preparados que o setor comercial. A utilização de equipamentos de proteção e segurança, além do uso de máscaras, permitiu dar continuidade às obras. Agora, home centers traçam novas abordagens físicas para garantir a proteção dos consumidores, com utilização de álcool em gel e limite de visitantes nas lojas, e também digitais, procurando estar onde o cliente está.

Com mais de 10 anos de experiência na área, consigo apontar algumas estratégias importantes para que consigamos deixar essa crise para trás, com menores danos. Veja cinco que aponto como sendo primordiais.

#1. Informatizar: Essa talvez seja a necessidade mais urgente do setor. Nenhum empresário irá investir sem ter certeza – ou uma grande possibilidade – de retorno. Por meio de tecnologias, como o Big Data, é possível identificar em quais regiões o mercado de construção civil está mais aquecido, quais as demandas de construtoras, empreiteiras e pequenos empreendimentos, entre outras informações. Assim, o lojista pode preparar seu estoque para atender os consumidores, movimentando toda a cadeia do segmento, da indústria à prestação de serviços.

#2. Inovar: Pensar em novas maneiras de oferecer serviços e produtos é essencial quando as necessidades e o perfil de consumidor estão em constante mudança. Um exemplo é como a construtora MRV vai investir R$ 1 milhão na criação do primeiro centro de pesquisa e desenvolvimento em construção civil do Brasil, em Belo Horizonte (MG). A ideia é fomentar o desenvolvimento de tecnologias, processos, métodos construtivos e testes de materiais que resultarão em produtos de mais qualidade. Além disso, grandes construtoras apostaram em feirões de venda de móveis online, algo que vinha se tornando uma tendência no setor. E aí, vale tudo para encantar o comprador: fotos, vídeos e até a realidade virtual.

#3. Digitalizar: A renda de muitas famílias brasileiras foi diretamente afetada pela pandemia, portanto os gastos estão contados. Com mais tempo em casa, aquela parede que precisa de pintura ou a lâmpada queimada começam a ficar mais evidentes. E, por vezes, o reparo é inevitável. Entretanto, todo mundo faz um orçamento, compara preços, antes de fazer uma obra, e o comércio precisa saber atender esses requisitos.

#4. Expandir: Essa é uma consequência da digitalização. Se antes, o comércio de bairro vendia apenas para as redondezas, hoje ele pode fazer uma forte concorrência a grandes centros de materiais de construção. Se não puder competir em relação aos preços, que seja pela facilidade de entrega do produto à domicílio ou melhores condições de pagamento.

#5. Conectar: Todos sabemos o quanto as empresas precisam vender para sobreviver. Mas são tempos difíceis para todos, inclusive para os consumidores. A comunicação não deve estar alinhada somente às estratégias comerciais, é preciso conhecer seu cliente e dialogar com ele. Você pode ajudá-lo com o que ele precisa? Se ainda não, é preciso se adaptar. Os negócios, cada vez mais, se darão em rede. Saber se conectar é fundamental.

Fonte: Porto agente
Link: https://portogente.com.br/noticias/opiniao/112545-as-estrategias-da-construcao-civil-para-driblar-a-crise
Data: 19 de Junho de 2020

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Trabalhadores mudam rotina durante pandemia

Em uma obra civil de Votorantim (SP), uma enfermeira está percorrendo o canteiro de obras fazendo medição da temperatura nos funcionários. A construção civil é uma das áreas com atividades permitidas durante a quarentena, determinada pelo governo estadual. Porém, em uma obra de Votorantim (SP) os hábitos mudaram entre os trabalhadores. Os funcionários, por exemplo, estão lavando a mão com água e sabão logo que chegam, e também passando álcool em gel. Além disso, a temperatura de todos é medida no período da manhã. Durante a tarde, uma enfermeira percorre o canteiro de obras repetindo a medição da temperatura e também orientando sobre a doença. As medidas de prevenção também são reforçadas. No local, os trabalhadores com mais de 60 anos ou com doenças crônicas foram afastados, ou entraram em férias antecipadas por serem do grupo de risco do Covid 19. "É um momento crítico com muita gente que ficou desempregada. Antes eu tava muito preocupado né, antes [do Covid-19] chegar aqui no Brasil, mas a empresa está tomando todas as medidas e a gente está conseguindo seguir com a jornada", diz o pedreiro Sérgio Lopes da Silva. Caso algum funcionário apresente sintomas, ele é encaminhado para um médico. A iniciativa é uma parceria das construtoras com o Serviço Social da Construção Civil (Seconci). Segundo a gerente regional do Seconci, Ester Gonçalves, o trabalho dos funcionários não será afetado. "A área é muito aberta e existe uma segurança para trabalhar, fazendo todos os cuidados de higienização e segurança, percebemos que o rendimento continua igual". O Seconci acompanha quatro obras na região e, ao todo, 400 trabalhadores seguem em atividade com os cuidados necessários. Fonte: Globo #sindicato #sindicalismo #sintracombauru #afsys_sindical #informacao #trabalhadores #associe-se
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Coronavírus faz Loft criar fundo para trabalhadores da construção civil

Iniciativa se dá em parceria com a Decorati para o auxílio financeiro de trabalhadores que estão em quarentena por causa da covid-19 A startup paulistana Loft anunciou a criação de fundo de cerca de 5 milhões de reas para auxiliar na renda de trabalhadores do setor de construção civil que estão em casa por conta da crise do novo coronavírus. A iniciativa se dá em parceria com a Decorati, startup que foi comprada recentemente pela Loft, conforme reportado com exclusividade pela EXAME. O fundo será criado pela própria companhia em parceria com clientes que aceitarem a interrupção das obras feitas em seus imóveis, mas que antecipem os pagamentos. Cerca de 350 clientes da companhia receberão desconto de 1% ao mês sobre os valores aportados, inclusive durante os meses em que as obras estiverem interrompidas. A expectativa é de 12.000 trabalhadores que atuam nos projetos de reforma já iniciados ou que teriam obras feitas nas próximas semanas sejam beneficiados. “No final da obra, o que o cliente vai economizar com o desconto resultará num ganho superior a 300% do CDI”, diz Marcus Grigoletto, cofundador da Loft e diretor de engenharia e arquitetura da Loft e da Decorati. Fonte da Matéria: https://n8qhg.app.goo.gl/ZsNj #sindicato #sindicalismo #sintracombauru #afsys_sindical #informacao #trabalhadores #associe-se
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Jovens principais vítimas da pandemia

Os jovens são as principais vítimas da crise econômica causada pela pandemia do novo coronavírus, revela a Organização Internacional do Trabalho (OIT), em um estudo publicado nesta quarta-feira (27). No entanto, ao apresentar o relatório à imprensa, o diretor-geral da OIT, Guy Ryder, pediu aos governos que “prestem muita atenção a essa geração do confinamento” para evitar que ela seja afetada pela crise a longo prazo. Ele explicou que os jovens são desproporcionalmente afetados pela crise, devido a perturbações no mercado de trabalho, na educação e na formação. De acordo com a OIT, um em cada seis jovens (com idade abaixo dos 29 anos) entrevistados parou de trabalhar desde o surgimento da covid-19. E aqueles que mantiveram seus empregos viram seu horário de trabalho diminuir em 23%. Conclusão de estudos também está ameaçada Além disso, cerca de metade dos jovens estudantes relata um “provável atraso” na conclusão completa de seus estudos, enquanto 10% deles acreditam que não serão capazes de conclui-los. Com uma taxa de 13,6% em 2019, o desemprego juvenil já era maior do que em qualquer outro grupo populacional. Pelo menos 267 milhões de jovens estavam desempregados, não frequentavam a escola, nem cursos profissionalizantes. Os jovens de 15 a 24 anos que trabalhavam, geralmente mantinham formas de emprego que os tornavam mais vulneráveis, porque eram empregos mal remunerados, ou informais, ou devido à sua condição de trabalhadores migrantes. “A crise econômica causada pela covid-19 está atingindo os jovens – especialmente as mulheres – com mais força e rapidez do que outros grupos populacionais”, disse Guy Ryder, citado no comunicado. “A menos que sejam tomadas medidas urgentes para melhorar sua situação, talvez tenhamos de suportar o legado do vírus por décadas”. Fonte da matéria : Cut #sindicato #sindicalismo #sintracombauru #afsys_sindical #informacao
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Pandemia mata trabalhadores da construção civil em SP

Dado foi revelado pelo Sindicato dos Trabalhadores da Indústria da Construção (Sintracon-SP). De acordo com a instituição, os números podem ser ainda maiores, já que nem todos os óbitos são notificados ou contam com a confirmação da Covid-19. Com a ajuda de incorporadoras, o Sintracon conseguiu testar mais de 15 mil funcionários no estado, sendo que 28% dos deles já estavam com anticorpos e, destes, 60% não apresentaram os sintomas tradicionais. O grande problema é que a falta de testagem em massa faz com que estes trabalhadores sejam também responsáveis por espalhar o vírus. “Eu não sei se este dado é positivo ou negativo. Por um lado é positivo, já que muita gente não sofreu com a doença. Por outro lado é negativo, já que muitos trabalham contaminados”, disse Antonio Ramalho, presidente do Sintracon-SP, em entrevista ao G1. Em algumas regiões do país, atividades da construção civil foram totalmente paralisadas. Em outras, canteiros de obra, empresas de locação de caminhão betoneira, recapeamento de ruas, lojas de materiais de construção e demais setores permanecem abertos, mas seguindo regras de uso de máscara de proteção e afastamento entre os trabalhadores. Uma nota divulgada pelos sindicatos em todo o país prestou homenagem e lamentou a morte de tantos trabalhadores. “Lamentamos profundamente os óbitos, ocorridos entre os 650 mil trabalhadores formais da construção paulista”, afirmaram os empresários, em nota. O documento é assinado por Basílio Jafet, presidente do Sindicato da Habitação (Secovi-SP), Luiz França, presidente da Associação das Incorporadoras Imobiliárias (Abrainc), Haruo Ishikawa, presidente do Serviço Social da Construção (Seconci-SP), Odair Senra, presidente do Sindicato da Indústria da Construção (SindusCon-SP) e Antonio de Sousa Ramalho, presidente do Sindicato dos Trabalhadores nas Indústrias da Construção Civil (Sintracon-SP). Fonte da Matéria: Jornal Contábil
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