LICENÇA PATERNIDADE

A licença paternidade estendida já é adotada por empresas, mas a baixa adesão preocupa especialistas do mercado de trabalho, que consideram a medida estratégica para resolver problemas estruturais na sociedade. Uma pesquisa da FIA Employee Experience 2022 apontou que 22% das corporações consideradas Lugares Incríveis Para Trabalhar (LIPT) adotam licença paternidade superior a 20 dias. O período é quatro vezes maior do que o obrigatório por lei. Contudo, Lina Nakata, autora do estudo e especialista em gestão de pessoas e carreiras, ressalta que nem todos os homens querem aderir a essa licença, mesmo quando têm esse direito. “Praticamente metade das mulheres são demitidas após retornarem da licença maternidade. Entendemos que homens podem ter esse mesmo comportamento por terem medo de perderem o seu espaço”, explica. Anderson Sant’Anna, professor do Departamento de Administração e Recursos Humanos da Fundação Getulio Vargas (FGV) defende que os mesmos problemas percebidos na situação de mulheres precisam ser adiantados para a realidade dos homens. “As empresas precisam se preparar para esse processo, para garantir que quem saia possa voltar na mesma posição e ainda tenha oportunidades de avançar na carreira”, explica. Medidas para um futuro mais sustentável Para Nakata, faltam medidas efetivas para consolidar a cultura de uma licença paternidade estendida. As empresas fazem parte da problemática, diz a especialista, já que não constroem ações visando o longo prazo. “Elas priorizam ações mais assertivas”, afirma. A autora ainda pontua que as mudanças devem partir dos empregadores, já que os funcionários podem demorar para entender o afastamento prolongado como algo positivo para as suas carreiras. Fonte: CNN BRASIL Leia na íntegra: https://www.cnnbrasil.com.br/economia/licenca-paternidade-estendida-e-estrategica-para-futuro-sustentavel-mas-baixa-adesao-preocupa-diz-especialista/
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JULHO AMARELO

Julho Amarelo: dá para ter hepatite sem apresentar sintomas? Nos últimos 20 anos, o número de casos de hepatites virais caíram no Brasil, mas a inflamação no fígado causada por um vírus ainda pode ser mortal e representa uma séria ameaça à saúde pública. Durante o Julho Amarelo, é necessário reforçar que nem sempre a doença está associada com sintomas, especialmente nos casos das hepatites B e C. No país, o risco de óbito é significativamente maior quando a pessoa é infectada pelo vírus da hepatite C, segundo dados coletados ao longo dos últimos 20 anos pelo Ministério da Saúde. Entre as explicações, está o fato de alguns indivíduos terem a condição de forma assintomática, enquanto a infecção no fígado avança e provoca danos severos ao corpo. Quadros crônicos e não tratados são associados com o risco aumentado para câncer no fígado, cirrose (doença crônica do fígado) e necessidade de transplantes, destaca a pasta. Vale pontuar que, entre os anos 2000 e 2021, foram diagnosticados mais de 718 mil casos de hepatites virais, sendo a hepatite C a mais comum (279 mil casos). Em seguida, estão a hepatite B, com 264 mil casos, e a A, com 168 mil casos. Em relação aos óbitos, a hepatite C é a mais mortal, sendo responsável por 62 mil das 82 mil mortes no período analisado. Hepatite sem sintomas No Brasil, o Ministério da Saúde aponta para a presença de três principais tipos de hepatites virais, a A, B e C. Destas três, apenas a primeira, a hepatite A, é facilmente identificada pelos sintomas. A hepatite A é conhecida pelos sintomas gastrointestinais (diarreia), dores musculares e fadiga. A infecção tende a ocorrer após o consumo de alimentos não higienizados ou em locais sem saneamento básico — enchentes são normalmente associadas com uma explosão de casos. Apesar de potencialmente grave, é controlável e não provoca infecções crônicas. FONTE: canaltech LEIA NA ÍNTEGRA: https://canaltech.com.br/saude/julho-amarelo-da-para-ter-hepatite-sem-apresentar-sintomas-254658/
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Construção civil usa inteligência artificial para aprimorar processos e entregar melhores projetos

Aprimorar os processos e elevar a eficiência em projetos de arquiteturas e engenharia são alguns dos maiores benefícios de abraçar o potencial revolucionário da inteligência artificial (IA) na indústria da construção civil. Os profissionais desse segmento têm explorado novas fronteiras, fazendo a geração automática de projetos, simulações e análises avançadas com o auxílio das ferramentas tecnológicas - tudo isso a partir de algoritmos e técnicas de aprendizado de máquina, o chamado “machine learning”, para processar grandes volumes de dados. O arquiteto e urbanista João Lobato diz que a IA está, de fato, muito presente no mercado da construção civil. “A gente utiliza a inteligência artificial desde a concepção inicial do projeto, que a gente chama de estudo preliminar, onde a gente vai fazer toda a análise da do problema a ser resolvido, até a entrega do produto para o consumidor final”, destaca. Na visão do profissional, o uso de ferramentas tecnológicas trouxe “muitos avanços” ao segmento e, dependendo do caso, “não dá para voltar atrás" Já o engenheiro civil Rosalvo Lima diz que a IA é utilizada desde a captação de clientes, com algoritmos capazes de entregar conteúdo a um determinado grupo de pessoas que possam ter interesse no produto, passando pela entrega da obra, até a utilização dos imóveis, com a internet das coisas, que é capaz de conectar diversos objetos dentro de uma casa, por exemplo. Fonte: O LIBERAL Leia na íntegra: https://www.oliberal.com/tecnologia-e-mercado/construcao-civil-usa-inteligencia-artificial-para-aprimorar-processos-e-entregar-melhores-projetos-1.697188
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Fique atento aos golpes envolvendo processos trabalhistas e veja dicas de segurança

O Tribunal Regional do Trabalho da 4ª Região (RS) tem noticiado a ocorrência de golpes cujos alvos são as partes de processos que tramitam na Justiça do Trabalho gaúcha. Na maior parte dos casos, o golpista se faz passar pelo advogado contratado ou por um servidor da Justiça do Trabalho, e entra em contato com a vítima por meio de ligação telefônica, e-mail ou Whatsapp, para pedir depósito ou transferência de algum valor. Os golpistas possuem informações sensíveis, como o número do processo, nome, CPF e data de nascimento das partes envolvidas na ação. Há casos em que o criminoso tem conhecimento da expedição de alvarás no processo antes mesmo que o escritório de advocacia que representa a parte receba a intimação por nota de expediente. Os documentos utilizados nos golpes são idênticos àqueles utilizados pelas unidades judiciárias, e as contas bancárias em que recebem valores possuem nomes fictícios como “cartório de notas”. O TRT-4 esclarece que não existe cobrança prévia de qualquer valor pela Justiça do Trabalho, como custas ou Imposto de Renda, para a liberação de quantias depositadas no processo, tampouco são encaminhadas guias para recolhimento de emolumentos ou depósito recursal por servidores da Justiça do Trabalho, por meio do WhatsApp. Em caso de dúvidas, entre em contato com o seu advogado ou a unidade judiciária em que o processo tramita e solicite orientações. O Tribunal também sugere que os advogados alertem seus clientes sobre a ocorrência dos golpes, prestando-lhes a devida orientação. Golpe da guia falsa O golpista envia para o reclamante, por meio do Whatsapp, um documento no formato de guia judicial, contendo o logotipo da Justiça do Trabalho gaúcha e dados do processo, como nomes das partes, dos advogados e valores a receber. Ele então informa ao reclamante que é necessário o depósito de uma quantia por meio desta guia. FONTE: TRT4 LEIA NA ÍNTEGRA: https://www.trt4.jus.br/portais/trt4/modulos/noticias/562680
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É possível aliar crescimento e rentabilidade a um modelo de negócios sustentável?

É crescente a preocupação mundial com relação às mudanças climáticas e os riscos que esse processo traz para o planeta. Governos, grupos da sociedade civil, pesquisadores e cientistas vêm adotando medidas para tentar conter as emissões de dióxido de carbono na atmosfera e elevar o uso de energias renováveis. Passados sete anos do Acordo de Paris[1], no entanto, assinado por 195 países que se comprometeram com tais metas, é nítido que sem uma participação intensa das empresas e indústrias não será possível atingir o objetivo de manter a elevação da temperatura do planeta em menos de 2ºC. Dentre os mais diferentes segmentos da economia, a construção civil é um dos setores mais desafiadores, sendo responsável por 30% de todas as emissões anuais, segundo o Programa das Nações Unidas para o Ambiente (PNUMA)[i][2]. A organização diz que para que o setor atinja a neutralidade de emissões até 2050, a Agência Internacional de Energia (AIE) estima que as emissões diretas de CO2 dos edifícios precisam, até 2030, diminuir em 50% e as emissões indiretas do setor de construção em 60%. Isto equivale a uma queda das emissões na construção civil de cerca de 6% ao ano até 2030. Reduzir estes números e trabalhar rumo à neutralidade dentro de trinta anos não é tarefa fácil. Conduzir grandes empresas no processo de transição rumo à sustentabilidade envolve, sobretudo, modernização e alterações de processos industriais, missões que abraçamos na Saint-Gobain como pilares centrais dos nossos negócios em todo o mundo. Metas ousadas Mantendo nosso espírito de inovação e liderança, na Saint-Gobain estabelecemos mundialmente prazos internos até 2030, como redução de 33% das emissões para os escopos 1 e 2, e de 16% para o escopo 3, ambos em termos absolutos em relação a 2017. Além disso, 100 milhões de euros são alocados a cada ano para despesas de capital e P&D com foco na redução das emissões de CO2. A busca por produtos mais sustentáveis e a crescente conscientização dos consumidores também fazem com que, atualmente, as soluções verdes sejam responsáveis por 72% das vendas do Grupo, resultando na prevenção de cerca de 1.3 milhão de toneladas de emissões de CO2 ao longo de sua vida útil todos os anos. Materiais leves Para além dos impactos quantitativos, diretamente relacionados às reduções do volume de emissões de CO2 anuais, um norte importante das nossas operações tem sido a missão de nos fortalecermos como líderes em construção leve e sustentável. Isso, traduzido em soluções acessíveis, está em nossos produtos como revestimentos, fachadas e vidros, capazes de gerenciar melhor as trocas de temperatura, otimizando o uso do ar-condicionado e, consequentemente, trazendo redução do gasto de energia, o que resulta na redução de emissões, e assim por diante. Contando com bons resultados do trabalho do nosso Centro de Pesquisa e Desenvolvimento – localizado em Capivari, SP - temos aumentado esta participação em diferentes mercados. São passos importantes que nos ajudam a ter um impacto positivo não só na redução do consumo de energia elétrica e água dos edifícios, mas também na geração de resíduos do processo de construção, trazendo sistemas completos de fachadas leves e de pré-fabricados. Bons exemplos no Brasil  Estima-se que até 2025 a construção civil gere 2,2 bilhões de toneladas de resíduos, o que soa um alerta vermelho que deve ser levado a sério por todos os integrantes da cadeia produtiva do setor. Nas nossas atividades, a busca pelo impacto positivo sobre este cenário já vem rendendo excelentes resultados. Em Maraú, na Bahia, a Saint-Gobain e seus parceiros foram responsáveis pela criação do maior complexo residencial de construção modular da América Latina. Os módulos que compõem o empreendimento foram construídos utilizando materiais de construção leve, e percorreram cerca de 1.700 km até o destino final, chegando praticamente finalizados no canteiro de obras, sendo necessário apenas mínimos ajustes após instalado na fundação. Nesse sistema de construção, onde parte dos elementos são construídos e montados dentro de um ambiente de fábrica controlado, é possível ter ainda mais eficiência nos processos. Outro projeto importante é o novo terminal do Aeroporto Internacional de Florianópolis, que utilizou 24 mil metros quadrados dos sistemas de fachadas leves da Saint-Gobain, além das soluções para ambientes internos. Destaco ainda soluções para casas e prédios residenciais, em que trabalhamos com grandes e importantes empreendimentos como este, onde soluções de construção leve e sustentável trazem benefícios como isolamentos adequados de temperatura e ruídos, bem como produtividade nas obras e menor impacto ambiental. Estratégia Grow & Impact  As iniciativas que colocam a empresa em posição de liderança em construção leve e sustentável são um dos pilares da estratégia de crescimento Grow & Impact, adotada globalmente em todo o Grupo, que completou um pouco mais de um ano de implementação no Brasil. O mapa de expansão de negócios tem seis pilares. Três deles voltados ao desenvolvimento dos negócios: posicionamento em mercados líderes de alto crescimento; foco em soluções com sustentabilidade e rendimento; e inovação centrada no cliente e nos dados. E outros três focados no ambiente dos colaboradores, com o fortalecimento da cultura TEC (trust-empowerment-collaboration); a implementação de valores de ESG nas ações e decisões; e a construção de equipes com mais diversidade e inclusão. E os resultados mostram que é possível aliar sustentabilidade e rentabilidade, dentro do nosso objetivo traçado de duplicar as vendas na América Latina até 2025, além de alavancar o Brasil da quinta para a terceira posição dentro dos maiores mercados mundiais da Saint-Gobain. Do total de 44,2 bilhões de euros em vendas globais em 2021, 72% se referem a produtos ligados à sustentabilidade. São números que corroboram nossa visão de negócios atual: seguir com crescimento forte com cada vez menos impacto sobre o ambiente, priorizando materiais leves que promovam sustentabilidade, proporcionando mais conforto e bem-estar – fazendo do mundo, de fato, um lugar melhor para se viver. FONTE: EXAME LEIA NA ÍNTEGRA: https://exame.com/esg/e-possivel-aliar-crescimento-e-rentabilidade-a-um-modelo-de-negocios-sustentavel/
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Custo da construção civil avança no mês de janeiro

O Índice Nacional de Custo da Construção Civil – Mercado (INCC-M), divulgado nesta quinta-feira (26) pelo Instituto Brasileiro de Economia da Fundação Getúlio Vargas (Ibre/FGV), revelou uma alta de 0,32% nos custos do setor em janeiro. Com isso, o acumulado dos últimos 12 meses chega a 9,05%. Ainda com base no índice, o primeiro mês de 2023 registrou um aumento de custo superior ao de dezembro de 2022, quando o custo da construção civil aumentou em 0,27%.

Índice revela aumento dos custo da construção civil

Apesar da alta maior, o aumento deste mês de janeiro é inferior ao mesmo período de 2022. O setor apresentou uma alta de custo de 0,64%, além de um acumulado de 12 meses de 13,70%. O levantamento da alta dos custos da construção civil é pesquisado entre os dias 21 do mês anterior e 20 do mês em questão. A pesquisa feita pela FGV em sete capitais apresenta a aceleração dos preços em duas delas: Belo Horizonte (de 0,14% para 3,17%)  e Salvador (de 0,25% para 0,45%).

Detalhes revelados na pesquisa

O índice de custo da construção civil levantado pela FGV, além do avanço de 0,32% registrado em janeiro, detalha outras percepções sobre o setor. Segundo a pesquisa, os materiais, equipamentos e serviços foram de 0,38% em dezembro para uma queda de 0,12% em janeiro. O levantamento destaca também que “Três dos quatro subgrupos componentes apresentaram decréscimo em suas taxas de variação, destacando-se materiais para estrutura, cuja taxa passou de 0,62% para -0,55%”. Enquanto o subgrupo que apresentou aumentos seguidos nos dois últimos meses foi o da mão de obra. O avanço registrado no custo da mão de obra da construção civil foi de 0,16% em dezembro e de 0,77% no primeiro mês de 2023. FONTE: SEU CREDITO DIGITAL LINK: https://seucreditodigital.com.br/custo-da-construcao-civil-avanca-no-mes-de-janeiro/
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Sancionada lei que torna o CPF único registro de identificação

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva sancionou, com vetos, a Lei nº 14.534/23, que estabelece o número do Cadastro de Pessoa Física (CPF) como único número do registro geral em todo o país, de forma a ser usado para identificar o cidadão nos bancos de dados dos serviços públicos. Com a entrada em vigor da nova lei, o CPF deverá constar nos cadastros e documentos de órgãos públicos, do registro civil ou dos conselhos profissionais, como é o caso de certidões de nascimento, casamento e óbito, bem como em documentos de identificação, registros de programas como PIS e Pasep, identificações relativas a INSS, título de eleitor, certificado militar, cartões de saúde, carteira de trabalho, Carteira Nacional de Habilitação, entre outros. A lei entrou em vigor a partir da publicação no Diário Oficial da União, mas estipula alguns prazos para a adaptação de órgãos e entidades: 12 meses para adequarem sistemas e procedimentos de atendimento aos cidadãos; e de 24 meses para que tenham a interoperabilidade entre os cadastros e as bases de dados. Entre os pontos vetados pela Presidência está o que tratava de excepcionalidades e de algumas atribuições voltadas a entes federativos, sob a justificativa de que tais situações poderiam acabar por “cercear o acesso a informações e aos serviços de saúde, caso somente este fosse exigido como documento de identificação do cidadão, uma vez que há casos em que estrangeiros e nacionais não possuem o número de Cadastro de Pessoa Física”. Foi também vetado o trecho que determinava à Receita Federal a atualização semestral de sua base de dados com alguns dos “batimentos eletrônicos” feitos pelo Tribunal Superior Eleitoral – procedimento que seria adotado para evitar duplicidade de CPF para uma mesma pessoa. Tendo por base manifestação do Ministério da Fazenda, a Presidência argumentou que a proposição contraria o interesse público, uma vez que a Receita Federal, por força de convênio de intercâmbio de informações junto ao TST, “recebe dados do Cadastro Eleitoral com periodicidade mensal, e possui acesso online à base do TSE”. E, em contrapartida, disponibiliza acesso online à base CPF para o TSE. “Nesse sentido, a medida representaria um retrocesso ao definir o prazo de 6 (seis) meses para o TSE encaminhar dados do Cadastro Eleitoral à RFB, pois além de não alcançar o objetivo a que se propõe, prejudicaria o trabalho de qualificação de dados ora realizado pela RFB”, justificou a Presidência. Por fim, também foi vetado o trecho que estipulava prazo de 90 dias para o Executivo regulamentar a nova lei. “A proposição legislativa incorre em vício de inconstitucionalidade, tendo em vista que assinala prazo para o Poder Executivo regular o disposto nesta proposição, o que viola o princípio da separação dos poderes”, justificou a Presidência. FONTE: AGÊNCIA BRASIL LINK DA MATÉRIA: https://agenciabrasil.ebc.com.br/geral/noticia/2023-01/sancionada-lei-que-torna-o-cpf-unico-registro-de-identificacao
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Tecnologia auxilia na queda de desperdícios na construção civil

Desperdícios na construção civil vêm movimentando o mercado em busca de soluções capazes de diminuir os impactos no meio ambiente e, também, no valor de investimento dos construtores nacionais. Pensando nesse contexto, a Associação Brasileira para Reciclagem de Resíduos da Construção Civil e Demolição (ABRECON), apresentou em 2020 um estudo que aponta como um marco a assinatura da Lei nº 14.026, que atribui à Agência Nacional de Águas e Saneamento Básico (ANA) a competência para instruir normas para a regulação dos serviços públicos de saneamento básico, e articular o Plano Nacional de Resíduos Sólidos.
Isso porque, de acordo com o estudo, o pequeno construtor não consegue gerir como, por exemplo, os resíduos de pequenas reformas, operados pela prefeitura através dos pontos de entrega voluntária. Para auxiliar e viabilizar a diminuição dos desperdícios, empresas de tecnologia da informação começam a desenvolver softwares capazes de solucionar não apenas a parte administrativa das construtoras, mas também, no gerenciamento de obras, uma vez que é através dele que as empresas conseguem calcular a quantidade de matéria prima necessária para cada projeto. "Os softwares possuem uma inteligência no qual o engenheiro consegue organizar a necessidade de matéria prima assim como a sua alocação e processo de construção da obra como um todo", explica o especialista em tecnologia da informação e softwares, Augusto Cordeiro, CEO da ACSolutions. De acordo com Cordeiro, um software deve apresentar soluções para a construtora no qual sem essa ferramenta a sua obra permanece em desperdício e custo alto, por isso, alguns pontos, segundo ele, devem ser observados, por exemplo, se a ferramenta possui capacidade para agilizar os processos e precisão na execução deles. Além disso, a automação é um suporte para evitar falhas humanas, ou seja, a responsabilidade dos profissionais fica apenas na gestão das informações e elaboração de como os procedimentos serão trabalhados. Ela por sua vez, permite que os setores como o de orçamento de obras, que lida  diretamente com a parte financeira em números, diminua os erros e os prejuízos que geralmente uma obra de construção civil pode ter devido ao desperdício de materiais. Outro ponto importante que para o especialista precisa ser avaliado em relação ao software é se ele possui integração com os demais setores da empresa. "A falta de integração entre os setores da construção pode ser um problema, uma vez que ela é capaz de promover a ligação entre as atividades relacionadas à gestão de diferentes processos, de modo a otimizar todo o ciclo de entrega e gerenciamento de obras", explica o especialista em softwares. Para que a ferramenta seja funcional na construtora ela deve, também, integrar-se com outros softwares, assim como possuir um layout intuitivo para que os gestores consigam movimentar as informações de maneira tranquila e com a rapidez necessária. "Fundamental é entender que a gestão dos processos de uma obra são delicadas e precisam de agilidade, no entanto, apenas um software pode não ser o suficiente para o gerenciamento completo de uma obra, e por isso a integração com outras ferramentas e layout intuitivo firma como necessidades básicas para que o gestor consiga tirar o máximo proveito da ferramenta", pontua Augusto. Para o setor que é um dos menos digitalizados, segundo dados do McKinsey Global Institute, a tecnologia é um dos fatores que contribuem não apenas para o desenvolvimento geral da construção civil, mas também como fator de diferenciação e competitividade entre as empresas, auxiliando na diminuição dos desperdícios e também na lucratividade dos empreendimentos. "É importante lembrar que a inovação tecnológica não necessariamente precisa ser ligada a grandes movimentações como a realidade aumentada. Quando falamos em inovação é importante se atentar primeiro na otimização dos processos mais básicos como a implementação dos softwares para depois subir a um patamar mais robusto", afirma Cordeiro. Para iniciar o processo de digitalização e inovação, Augusto explica que "o primeiro passo deve estar na escolha do sistema informático de gestão, que será como o alicerce para otimização dos processos e deve concentrar toda a informação relacionada à obra". FONTE: TERRA LINK DA MATÉRIA: https://www.terra.com.br/noticias/tecnologia-auxilia-na-queda-de-desperdicios-na-construcao-civil,c6debf12243cf820ff5c3ea025dc2e38bulec98l.html
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Construção lidera criação de empregos e tem 1.921 vagas abertas

PIB (produto interno bruto) da construção vai terminar o ano com uma expansão bem maior do que foi previsto, conforme dados divulgados nesta terça-feira (6) pelo Sinduscon-SP (Sindicato da Indústria da Construção) e pela Fundação Getulio Vargas. O PIB do setor deve ter alta de 7% em 2022, resultado 3,5 vezes acima da projeção feita em janeiro, quando apontava crescimento de 2%. Como reflexo, a oferta de vagas de emprego vem aumentando. O setor da construção civil foi o destaque em outubro do Caged (Cadastro Nacional de Empregados e Desempregados), do Ministério do Trabalho e Previdência, com um aumento de mais de 12,5% no estoque de empregos formais (288.517). A coordenadora de estudos da construção da FGV, Ana Maria Castelo, acrescentou que a economia brasileira como um todo cresceu mais que o previsto. Isso gerou mais empregos, engrossou as rendas e criou demanda por imóveis, o que ajudou a aquecer o setor. "Vimos uma recomposição do mercado de trabalho. Essa massa efetiva cresceu muito acima do esperado e gerou valor adicionado para a construção", apontou. Essa geração de empregos também se espalhou pela construção. O Sinduscon-SP e a FGV previam a criação de um total de 110 mil vagas de trabalho no setor em 2022. Já o resultado acumulado nos últimos 12 meses até outubro havia alcançado a marca de 242 mil, o que evidencia um nível de atividade bastante aquecido. O segmento de edificações (obras residenciais e comerciais) deve fechar com alta de 13% em 2022, sendo, portanto, o principal responsável pelo avanço de 7% do PIB setorial. Na sequência, vêm os serviços especializados para obras, que devem fechar com alta de 12%. Atualmente, são 1.921 vagas de emprego abertas no setor da construção civil, nos portais de recrutameno e seleção. Segundo a Empregos.com.br, o cargo com mais oportunidades é o de eletricista, com 467 vagas, seguido pelos de pedreiro (423), pintor (176), armador (121) e arquiteto (117). Para se candidatar, basta acessar o site, cadastrar o currículo e escolher a vaga. FONTE: R7 LEIA NA ÍNTEGRA: https://noticias.r7.com/economia/construcao-lidera-criacao-de-empregos-e-tem-1921-vagas-abertas-06122022

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