15ago
OMS minimiza risco de novo coronavírus entrar na cadeia alimentar
A (OMS) minimizou nessa quinta-feira (13) o risco de o novo coronavírus ser transmitido por meio de embalagens de alimentos, e pediu às pessoas que não tenham medo de que o vírus entre na cadeia alimentar.⠀
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Duas cidades da China disseram ter encontrado vestígios do vírus em alimentos congelados importados e em embalagens de alimentos, provocando o temor de que remessas de alimentos contaminados possam causar novos surtos.⠀
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"As pessoas não devem temer alimentos, embalagens de alimentos ou entrega de alimentos", disse o chefe do Programa de Emergências da OMS, Mike Ryan, em entrevista coletiva. "Não há evidências de que a cadeia alimentar esteja participando da transmissão desse vírus."⠀
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Maria Van Kerkhove, epidemiologista da OMS, disse que a China examinou milhares de embalagens e "descobriu que muito poucas, menos de dez", tinham o vírus⠀
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Mais de 20,69 milhões de pessoas foram infectadas com o novo coronavírus e quase 750 mil morreram no mundo até agora.⠀
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A OMS fez um apelo para que países que estão fechando acordos bilaterais de vacinas no momento não abandonem os esforços multilaterais, já que bolsões isolados de vacinação continuarão deixando o mundo vulnerável.⠀
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Na terça-feira(11), o presidente Vladimir Putin anunciou que a Rússia se tornou o primeiro país do mundo a conceder aprovação regulatória a uma vacina contra covid-19, depois de menos de dois meses de testes em humanos, uma ação que Moscou comparou com seu sucesso na corrida espacial durante a Guerra Fria.⠀
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A decisão de conceder a aprovação antes que sejam concluídos os testes clínicos causou preocupação em alguns especialistas. Só cerca de 10% dos testes clínicos são bem-sucedidos, e alguns cientistas temem que Moscou esteja colocando o prestígio nacional acima da segurança.⠀
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A OMS não tem informação suficiente para julgar o uso ampliado da vacina russa, disse Bruce Aylward, conselheiro sênior da entidade, em entrevista.
Fonte da matéria: https://agenciabrasil.ebc.com.br/internacional/noticia/2020-08/oms-minimiza-risco-de-novo-coronavirus-entrar-na-cadeia-alimentar
Data da matéria: 14/08/2020
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06jul
Use máscara
Usar máscara pode salvar a sua vida e de seus familiares, não sai de casa e nem trabalhe sem máscara.
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Coronavírus faz Loft criar fundo para trabalhadores da construção civil
Iniciativa se dá em parceria com a Decorati para o auxílio financeiro de trabalhadores que estão em quarentena por causa da covid-19
A startup paulistana Loft anunciou a criação de fundo de cerca de 5 milhões de reas para auxiliar na renda de trabalhadores do setor de construção civil que estão em casa por conta da crise do novo coronavírus. A iniciativa se dá em parceria com a Decorati, startup que foi comprada recentemente pela Loft, conforme reportado com exclusividade pela EXAME.
O fundo será criado pela própria companhia em parceria com clientes que aceitarem a interrupção das obras feitas em seus imóveis, mas que antecipem os pagamentos. Cerca de 350 clientes da companhia receberão desconto de 1% ao mês sobre os valores aportados, inclusive durante os meses em que as obras estiverem interrompidas.
A expectativa é de 12.000 trabalhadores que atuam nos projetos de reforma já iniciados ou que teriam obras feitas nas próximas semanas sejam beneficiados. “No final da obra, o que o cliente vai economizar com o desconto resultará num ganho superior a 300% do CDI”, diz Marcus Grigoletto, cofundador da Loft e diretor de engenharia e arquitetura da Loft e da Decorati.
Fonte da Matéria: https://n8qhg.app.goo.gl/ZsNj
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Pandemia mata trabalhadores da construção civil em SP
Dado foi revelado pelo Sindicato dos Trabalhadores da Indústria da Construção (Sintracon-SP). De acordo com a instituição, os números podem ser ainda maiores, já que nem todos os óbitos são notificados ou contam com a confirmação da Covid-19.
Com a ajuda de incorporadoras, o Sintracon conseguiu testar mais de 15 mil funcionários no estado, sendo que 28% dos deles já estavam com anticorpos e, destes, 60% não apresentaram os sintomas tradicionais.
O grande problema é que a falta de testagem em massa faz com que estes trabalhadores sejam também responsáveis por espalhar o vírus. “Eu não sei se este dado é positivo ou negativo. Por um lado é positivo, já que muita gente não sofreu com a doença. Por outro lado é negativo, já que muitos trabalham contaminados”, disse Antonio Ramalho, presidente do Sintracon-SP, em entrevista ao G1.
Em algumas regiões do país, atividades da construção civil foram totalmente paralisadas. Em outras, canteiros de obra, empresas de locação de caminhão betoneira, recapeamento de ruas, lojas de materiais de construção e demais setores permanecem abertos, mas seguindo regras de uso de máscara de proteção e afastamento entre os trabalhadores.
Uma nota divulgada pelos sindicatos em todo o país prestou homenagem e lamentou a morte de tantos trabalhadores.
“Lamentamos profundamente os óbitos, ocorridos entre os 650 mil trabalhadores formais da construção paulista”, afirmaram os empresários, em nota.
O documento é assinado por Basílio Jafet, presidente do Sindicato da Habitação (Secovi-SP), Luiz França, presidente da Associação das Incorporadoras Imobiliárias (Abrainc), Haruo Ishikawa, presidente do Serviço Social da Construção (Seconci-SP), Odair Senra, presidente do Sindicato da Indústria da Construção (SindusCon-SP) e Antonio de Sousa Ramalho, presidente do Sindicato dos Trabalhadores nas Indústrias da Construção Civil (Sintracon-SP).
Fonte da Matéria: Jornal Contábil
18maio
Adaptações durante coronavírus
A pandemia do coronavírus interrompeu o ritmo acelerado do setor da construção civil em 2020 e fez com que os trabalhadores do ramo passassem por adaptações.
Como as atividades não pararam durante o período de quarentena, a saúde dos trabalhadores é essencial, assim como os equipamentos de segurança. Segundo o engenheiro civil Antônio Galvão, medidas de prevenção também foram tomadas nas obras. “A gente não trabalha em espaço confinado. É totalmente ventilado. Quem tem mais de 60 anos, colocamos de férias. Se algum profissional tem problema de saúde, não trabalha. Os demais pedimos para evitar aglomerações, aumentamos o intervalo e dividimos equipes”, explica Galvão.
Em um empreendimento que será lançado no final do ano em Itapetininga (SP), quase todas as unidades estão vendidas, mas o diretor da incorporadora, Tony Shayo, acredita que a procura vai diminuir com o coronavírus. “As pessoas postergam compra, esperar para ver o que vai acontecer com o mercado. Ninguém quer sair, mas a gente segue dando atendimento aos clientes por telefone e mensagem. Nas últimas semanas tivemos menos fechamento, mas o pessoal segue procurando”, afirma Shayo.
Problemas na entrega de materiais podem atrasar o prazo de entrega dos imóveis, mas segundo os profissionais que atuam no setor, por enquanto não é possível fazer um cálculo para identificar em quanto a construção civil pode ser prejudicada durante a pandemia da Covid-19.
Fonte da matéria: Globo